Visando a importância que o rio Tejo tem para a cidade de Lisboa, proponho valorizar os usos em sua margem, criando assim, uma área de convivência entre todos os usuários, tanto da ciclovia, quanto da academia e dos restaurantes no entorno. A partir dos estacionamentos existentes, minha proposta situa-se na área em frente a uma academia, criando um parque desportivo público com um agradável jardim com restaurante/café, além de equipamentos desportivos ao ar livre, como aparelhos para alongamento e exercícios (para quem utiliza a ciclovia), quadras poliesportivas e um parque de skate.
Exercicios dos alunos de urbanistica, do departamento de arquitectura da universidade autónoma de Lisboa
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Margens do Tejo
Visando a importância que o rio Tejo tem para a cidade de Lisboa, proponho valorizar os usos em sua margem, criando assim, uma área de convivência entre todos os usuários, tanto da ciclovia, quanto da academia e dos restaurantes no entorno. A partir dos estacionamentos existentes, minha proposta situa-se na área em frente a uma academia, criando um parque desportivo público com um agradável jardim com restaurante/café, além de equipamentos desportivos ao ar livre, como aparelhos para alongamento e exercícios (para quem utiliza a ciclovia), quadras poliesportivas e um parque de skate.
Largo Corpo Santo
área intervenção
Fluxo viário existente:
Foto atual
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Devolver as margens às pessoas diluindo barreiras. Parte II
domingo, 22 de janeiro de 2012
OS LUGARES DE NINGUÉM
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terça-feira, 13 de dezembro de 2011
ESPAÇO RESIDUAL_praça marechal umberto delgado_jardim zoológico


Devolver as margens às pessoas diluindo barreiras
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Desaproveitamento das praças e largos em Lisboa
Ao percorrer a cidade de Lisboa, deparamo-nos com varias praças e largos, que sao, dominados pelos carros e não pelas pessoas.
O projecto escolhe um largo que é facilmente tranformado para o uso das pessoas e não dos carros, dando assim maior vivencia a esse espaço.
Tendo em conta esses aspectos, escolhi o largo Freitor Pinto, que se situa no bairro de Alvalade, que remata a Avenida da Igreija. Este largo é caracteriazado pela Igreja que ocupa a maioria da área deste espaço; e o restante é utilizado com estacionamento.
É uma avenida com bastante movimento a nível comercial, pede que haja um espaço de lazer, repouso para as pessoas que habitam diariamente esta zona da cidade.
O largo Freitor Pinto vive do coliminar de varias intresecções importantes tanto a nível comercial como a nível lúdico e viário.
A proposta passa por condicionar e retirar o acesso viário a este espaço,de modo a preveligiar o acesso pedonal e a requalificar este espaço através de áreas verdes e espaços de repouso.


O EIXO DO BAIRRO

Nesta zona encontram-se dois dos hotéis mais importantes de Lisboa. Assim, surge também a necessidade de favorecer o espaço público não só para os habitantes do bairro, mas também para os hóspedes dos hotéis.
Outro problema que este projecto propõem resolver é o facto desta zona ser reconhecida como uma zona de prostituição. Ou seja, ao concretizar esta proposta acredita-se que o urbanismo pode realmente influenciar os comportamentos da população na cidade, alterando o ambiente, as rotinas, os bons e os maus hábitos.
Dado à sua localização esta zona é utilizada como zona de atravessamento viário, porque liga vários pontos importantes da cidade.
Assim a proposta consiste em melhorar o espaço público da Rua Rodrigo da Fonseca, condicionando o trânsito com um só sentido. Criando exclusivamente dois atravessamentos horizontais do bairro. É proposto que o transito na Rua Rodrigo da Fonseca ganhe exclusividade para o transito local, dada a nova morfologia da rua. Com o estreitamento da circulação viária, há um aumento do espaço público do bairro, que favorece o comércio de rua e melhora a qualidade de vida. A circulação viária no bairro torna-se propositadamente mais complicada, a fim de quebrar o atravessamento contínuo e de reduzir o trânsito nocturno.
Proposta realizada por Miguel Esteves







































