sexta-feira, 1 de junho de 2012

Margens do Tejo


Visando a importância que o rio Tejo tem para a cidade de Lisboa, proponho valorizar os usos em sua margem, criando assim, uma área de convivência entre todos os usuários, tanto da ciclovia, quanto da academia e dos restaurantes no entorno. A partir dos estacionamentos existentes, minha proposta situa-se na área em frente a uma academia, criando um parque desportivo público com um agradável jardim com restaurante/café, além de equipamentos desportivos ao ar livre, como aparelhos para alongamento e exercícios (para quem utiliza a ciclovia), quadras poliesportivas e um parque de skate.


Vista aérea com marcação do local de intervenção e seus arredores


Vista aérea da área de intervenção sem a proposta


Vista aérea da área de intervenção com esquema proposto


Foto atual


Foto com intervenção proposta


Foto atual


Foto com intervenção proposta

Carolina Orsovay

Largo Corpo Santo

Situado entre o Cais do Sodré e a Praça do comércio, o Largo Corpo Santo é um local de intenso fluxo viário e pedonal.


                                                                                                                                         área intervenção

A proposta consiste inicialmente na retirada do fluxo de automóveis que circulam/atravessam o largo, e acabam utilizando o espaço viário como estacionamento, fazendo com que a rua perca seu conceito base e criando um ambiente em que não se é permitido viver a cidade. 

                                                                                           Fotos atuais

Fluxo viário existente:


É então proposto um duplo sentido na Rua Nova do Carvalho, liberando a passagem na nova esplanada apenas para os transportes públicos.


Por fim, o Largo recebe novo piso, retirando a tradicional segregação dos espaços viários e pedonais. Tendo então como base o conceito de Shared Space, tornando o novo local em um agradável motivo de passagem e permanência.


                                                                                                                                                                                                 


                                                                                                                               Foto atual    




                                                                       Foto montagem_PROPOSTA

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Devolver as margens às pessoas diluindo barreiras. Parte II



Tendo como objectivo retomar a ligação pedonal em torno de toda a zona ribeirinha e na sequência daquela que foi a primeira abordagem pretende-se no aprofundar desse trabalho desenvolver a proposta que visa ultrapassar os actuais constrangimentos e barreiras existentes consequência da passagem de circuitos viários e ferroviários, na tentativa de reconquistar o território, passando também a requalifica-lo, nomeadamente nos seus espaços mais degradados ou abandonados.

É sugerida a reconfiguração sustentada de vários pontos, sendo a solução apresentada  uma opção de entre várias possibilidades de encaixe ao longo do eixo em estudo, sendo que a opção desenvolvida é um exemplo do que é possível fazer. 






A viabilização das acessibilidades pedonais provocada pela passagem aérea rampeada é também o pretexto para tornar desfrutáveis pontos intransitáveis e esquecidos da Cidade.

Manter o caracter industrial desta parte da cidade é parte do legado que importa deixar para o futuro, conjugando o lazer nesses espaços outrora mercantis, tudo valorizando o construído e ao mesmo tempo permitindo a existência de mais espaços verdes ligados a estes, para total usufruto da população.


Em soma no aprofundamento deste conceito pretende-se, ligar vários níveis e várias ligações a porções do território, quase que numa nova topografia que torna tudo mais tridimensional, onde o acesso pedonal ganha uma nova importância.


domingo, 22 de janeiro de 2012

OS LUGARES DE NINGUÉM

Rede de Acessos que serve a cidade Lisboa






As estradas como fissuras fragmentom a cidade criando ilhas









 






ONDE ESTA A CIDADE QUE NOS CONHECEMOS?









ESTRADA    |   ???    |  EDIFÍCIO        




                                                                                                                                                                   









                  A proposta consiste em:


                        1  Renaturalização  de zona afectada pelo trafego
                        2  Criação de um pavimento, que permite apropriaçoes diverças. 
                        3  Estacionamento
                        4  Com a duplicação de pilares nos pontos estrategicos, que            
                            por sua ves escondem a infraestrutura: escadas, w c, cafe,loja
                         5  Zonas verdes de laser e leitura  
                     









                             Fragmentos de varios tempos definem aqui o ambiente. no entanto a sua 
                       genese predeu-se para sempre.
                          






                           Ate finais do sec.  passado aqui se incontrava a cada 4 meses as feiras agricolas
                      de Lisboa. Assim a proposta foi inicialmente idealizada como a  reposiçao  dos
                      conceitos urbanisticos de cidade e do lugar.
                          Centrando a maior preocupaçao  em devoluçao  de ambiente especifico do territorio
                     que e a entrada para o Capital. Considerando esta zona como o momento de chegada a
                    cidade, que tem o transporte publico diverso, foi criado um parque de estacionamento 
                    subteranheo, que permite deixar o automovel e viver a cidade livremente, desfrutando
                    da sua diversidade. 





                    O protagonista deste lugar, hoje e o Eixo Norte-Sul. O  seu tracado paça por 
                 sima de tudo exemplo de isso e o mercado, 
                     Mas a ponte como peça urbanistica e bastante delicada, por isso, pensei que era
                possivel  criar em baixo vivencias e ambientes importantes para pessoas, salientando
                assim a beleza do elemento da paisajem urbana.













Mercado

































terça-feira, 13 de dezembro de 2011

ESPAÇO RESIDUAL_praça marechal umberto delgado_jardim zoológico

A cidade ao sofrer tranformações uma das consequências, para além dos objetivos das modificações, são os espaços residuais, espaços em que não se foi pensado um uso, um objetivo, uma função, estão na cidade por acaso. A Praça Marechal Umberto Delgado, situado no bairro de Benfica, abriga diversas funções como paragem de autocarros, acesso ao metro, estacionamento para quem frequenta o Jardim Zoológico, acesso a Estrada de Benfica, sendo assim durante o dia a fluxo intenso, que pelo noite se nota drástica diferencia uma vez que o Zoológico fecha, as linhas de autocarros circulam com menos frequencia e o metro fecha.




viário: Eixo Norte-Sul_ Estrada de Benfica









preexistências












proposta


Ao acreditar que uma intervenção pontual e pequena nesses espaços residuais também podem transformar o entorno tanto quanto intervenções maiores, a proposta esta em tranfosmar o espaço residual identificado em uma passagem, conectando a rua a cima da Estrada de Benfica e facilitando o acesso as paragens de metro e autocarro e também tornar aquele espaço agressivo com o muro um espaço mais agradável.









Devolver as margens às pessoas diluindo barreiras

A frente ribeirinha de Lisboa entre Belém e Santos passando por Alcântara possui uma morfologia urbana característica de uma cidade portuária que neste caso se liga ao rio. A conquista de espaço a orla ribeirinha do Tejo e a criação de vários fluxos de trânsito quer automóvel quer ferroviário lamentavelmente provocaram o fraccionamento de toda a frente ribeirinha e por conseguinte tornou parte deste território quase que intransitável ou inacessível para as pessoas.

Assim importa devolver as margens às pessoas, mantendo o carácter dos lugares que existem ao longo desta orla, que passa por ligações ao longo desta que permitam que todos de uma forma natural possam atravessar os eixos viários e ferroviário.
A proposta pretende criar uma passagem aérea que se poderia replicar ao longo desta linha mutável em função do sítio em que poderia ser instalada. Assim a passagem aérea que se desenvolve através de rampas, sobrepõem-se a forte circulação que caracteriza esta zona da cidade, diluindo como é a sua intenção a barreira que em simultâneo os fluxos de trânsito viário e ferroviário colocam ao trânsito pedonal.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Desaproveitamento das praças e largos em Lisboa

Ao percorrer a cidade de Lisboa, deparamo-nos com varias praças e largos, que sao, dominados pelos carros e não pelas pessoas.

O projecto escolhe um largo que é facilmente tranformado para o uso das pessoas e não dos carros, dando assim maior vivencia a esse espaço.

Tendo em conta esses aspectos, escolhi o largo Freitor Pinto, que se situa no bairro de Alvalade, que remata a Avenida da Igreija. Este largo é caracteriazado pela Igreja que ocupa a maioria da área deste espaço; e o restante é utilizado com estacionamento.

É uma avenida com bastante movimento a nível comercial, pede que haja um espaço de lazer, repouso para as pessoas que habitam diariamente esta zona da cidade.

O largo Freitor Pinto vive do coliminar de varias intresecções importantes tanto a nível comercial como a nível lúdico e viário.

A proposta passa por condicionar e retirar o acesso viário a este espaço,de modo a preveligiar o acesso pedonal e a requalificar este espaço através de áreas verdes e espaços de repouso.









O EIXO DO BAIRRO





A escolha da Rua Rodrigo da Fonseca partiu de vários aspectos que despertaram para a necessidade de intervir. Sendo a rua um eixo central do bairro onde se encontra, é nela que estão localizados a maioria dos serviços comerciais que servem a zona e que sempre existiram desde a construção do bairro. O comércio de rua é um dos principais elementos que torna um conjunto urbano sem identidade num bairro. Existe assim, a necessidade de favorecer e incentivar esta actividade.
Nesta zona encontram-se dois dos hotéis mais importantes de Lisboa. Assim, surge também a necessidade de favorecer o espaço público não só para os habitantes do bairro, mas também para os hóspedes dos hotéis.
Outro problema que este projecto propõem resolver é o facto desta zona ser reconhecida como uma zona de prostituição. Ou seja, ao concretizar esta proposta acredita-se que o urbanismo pode realmente influenciar os comportamentos da população na cidade, alterando o ambiente, as rotinas, os bons e os maus hábitos.
Dado à sua localização esta zona é utilizada como zona de atravessamento viário, porque liga vários pontos importantes da cidade.






Assim a proposta consiste em melhorar o espaço público da Rua Rodrigo da Fonseca, condicionando o trânsito com um só sentido. Criando exclusivamente dois atravessamentos horizontais do bairro. É proposto que o transito na Rua Rodrigo da Fonseca ganhe exclusividade para o transito local, dada a nova morfologia da rua. Com o estreitamento da circulação viária, há um aumento do espaço público do bairro, que favorece o comércio de rua e melhora a qualidade de vida. A circulação viária no bairro torna-se propositadamente mais complicada, a fim de quebrar o atravessamento contínuo e de reduzir o trânsito nocturno.







Proposta realizada por Miguel Esteves